terça-feira, 5 de julho de 2011
Um Acordo
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Intensidade
Sobre a importância de sentir-se amado

“Amor é a palavra mais importante de qualquer idioma, e também a que mais gera confusão! Pensadores, tanto seculares quanto religiosos, concordam que esse sentimento ocupa um papel central em nossa vida. Diz- se que “ o amor é uma coisa esplendorosa” e “o amor faz o mundo girar”. Milhares de livros, músicas, revistas e filmes surgiram inspirados por essa palavra. Inúmeros sistemas filosóficos e teológicos construíram um lugar para esse sentimento.
Segundo psicólogos, sentir-se amado é a principal necessidade do ser humano. Por amor, subimos montanhas, atravessamos mares, cruzamos desertos e enfrentamos todo tipo de adversidade. Sem amor as montanhas tornam- se insuperáveis, os mares intransponíveis, os desertos insuportáveis e as dificuldades avolumam-se pela vida afora.
Se concluímos que a palavra amor permeia a sociedade humana, tanto no passado como no presente, devemos admitir que ela também é uma das mais confusas. Nós a utilizamos em milhares de formas e dizemos: “ Eu amo cachorro-quente!” e, em outra frase: “ Eu amo minha mãe!”. Nós a usamos para descrever atividades que apreciamos: nadar, patinar e caçar; amamos objetos: comida, carros e casas; amamos animais: cachorros, gatos e tartarugas; amamos a natureza: árvores, grama, flores e estações; amamos pessoas: mãe, pai, filhos, esposa, marido e amigos. Chegamos até a nos apaixonar pelo próprio amor.”
O trecho acima é de um livro que estou lendo e recomendo chamado “As cinco linguagens do amor”do Gary Chapman, que ninguém deveria morrer sem ler.
E me inspirou a falar da necessidade de sentir-se amado, que pra mim é a definição de amor.
Quando nos sentimos amados ficamos fortes, envaidecidos, confiantes, calmos, apaixonados.
Conseguimos retribuir o amor. Queremos demonstrá-lo, conquistá-lo, merecê-lo e então equilibrar a relação. Torná-la uma via dupla. Uma troca constante.
O amor não é só o amor em si, mas a forma como o sentimos, ou nos sentimos...
Observe os olhos e a pele de alguém que se sente amado... falam por si só!!!
domingo, 3 de julho de 2011
Espaço do Leitor - Todo mundo tem direito a uma última chance

No texto anterior (Como elas querem seus homens) contamos a história de um relacionamento que se desfez baseado na vontade de uma mulher, porém contada na visão do homem que a partir de agora será chamado de Bred.
E para continuarmos chamaremos a ela de Yu, assim poderemos continuar a história.Tempos depois do fim do relacionamento e com um pouco de persistência Bred após um acontecimento que não vem ao caso no momento, soube o verdadeiro motivo para o fim.O ser humano não é perfeito e todos tem defeitos, assim como todos têm grandes qualidades.
Para não dizerem que esta história esta sendo parcial, vamos logo esclarecer que a mesma é contada por um homem e ditada pelo próprio protagonista, por tanto, sim o outro lado existe e pode ser contado, mas pela pela própria envolvida. O que posso dizer é que Yu é linda, tem um bom coração é trabalhadora e tem inúmeras qualidades!!!Continuando....
Assim que soube o verdadeiro motivo do fim, Bred deu razão a Yu por ter ficado insegura e até chateada com ele, porem Bred teve o coração destruído, pois Yu não lhe deu a menor e nenhuma chance de se redimir, ou de se defender e até mesmo uma única chance de mudar e provar que erá e poderia ser diferente!
Yu não levou nada em consideração, todo amor, carinho, companheirismo, amizade, tesão que Bred sentia por ela, nada, foi suficiente para no mínimo ela o chamar para uma conversa e pedir que ele melhorasse, ou mudasse e assim continuassem juntos e bem. Nem a resiliência que já havia sido provada por ele em uma outra oportunidade quando ela o pedira para mudar e assim melhorar o relacionamento e foi atendida plenamente, não foi levado em consideração!
Dois dias após o motivo esclarecido, Bred foi falar com Yu e pediu, implorou para que a mesma reconsiderasse ou pensasse no assunto e depois o comunicasse de uma decisão.Um, dois, três, quatro, quase cinco dias depois Yu sumiu, desapareceu, escafedeu, não deu retorno. A cada dia que passa o coração de Bred se desfaz.
Ele já pensou em ligar, mandar uma mensagem, escrever no facebook de Yu, mas ele não tem mais o que falar e pelo menos um pouco de orgulho sobrou a ele e não há nada a fazer alem de “aguardar” apesar do silêncio de Yu parecer um não, não adianta, aquela oportunidade que todo ser humano merece não vai rolar!
Ele conta no próprio blog o Engrenagem Cerebral e aqui no Santo Antônio, diariamente, semanalmente ou quando der vontade o que se passa no coração de um homem que ama e não pode ter o seu amor.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
A Beleza das minhas estrias
(Nú Feminino – Katia Almeida)
Você leu o título e está pensando: “Ela está falando sério?”
Sim, estou.
Eu levei anos pra entender que o corpo é algo que apenas nos foi emprestado e que ao final ele vai se degenerar.
Sou da geração que atraída pela mídia, pensa que corpo bonito, bem torneado é fundamental, mas hoje em dia já penso bem diferente.
Tudo começou quando engravidei, eu tinha 19 anos, tive uma gestação normal, até o sexto mês, apenas 3kg, usando as mesmas calças jeans, porém do sétimo ao nono mês por problemas e um pouco de desleixo me fizeram engordar 15kg, não houve creme que evitasse, surgiram as estrias.
No começo eu fiquei chateada, afinal era o meu corpo que seria modificado para sempre.
Depois eu optei por amamenttar e quando eu digo optei é porque conheço pessoas que pra não perderem a rigidez dos seios, não amamentaram.
Eu amamentei por um ano e meio cada um dos meus bebês, com isso o meu busto foi e 40 para 46 e depois não tinha nem de longe a mesma forma e rigidez.
Eu me vi com 23 anos, estrias, flacidez e triste por muanças tão drásticas.
Hoje, pouco tempo depois eu vejo meus filhos, lindos, saudáveis, perfeitos, quase não tiveram problemas e saúde e com sistema imunológico forte.
Claro que me preocupo com meu corpo, me cuido mas não tenho mais neuras.
O homem que se aproximar ou que se sentir atraído, tem que se atrair assim como sou, pois o que vale é a pessoa quem sou, o caráter, os valores e as minhas atitudes e não tão somente um corpo.
Quando eu vejo meus seios marcados por três anos de amamentação, eu não me lamento, eu lembro que eles foram o primeiro alimento dos bens mais preciosos que eu tenho na vida, as estrias foram porque meus bebês precisavam de mais espaço para seu desenvolvimento.
Quem não souber ver beleza nas minhas estrias e em tudo que tem por trás delas, não serve pra mim.
Mulher de Fases
quinta-feira, 30 de junho de 2011


